Milhares de pessoas foram às ruas no Irã para um protesto anti-Israel, apoiando a Palestina e o governo iraniano.
O protesto no Dia de Al Quds contou com a presença de autoridades de alto escalão do regime, em meio aos bombardeios dos EUA e Israel.
Durante o protesto, os iranianos demonstraram coragem e apoio, enquanto a violência continuava, resultando na morte de uma pessoa.
O chefe do Poder Judiciário do Irã afirmou que o povo não teme os ataques e que não irão retroceder diante das investidas.
A população de Teerã ecoou o discurso do juiz, reforçando seu apoio ao Islã e ao líder do país, mesmo diante das ameaças.
Informações indicam que o novo líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, estaria ferido e foragido, conforme relatos de inteligência americana e israelense.
Enquanto os conflitos continuam, o Irã considera permitir a passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz, exigindo comércio em yuan, a moeda chinesa.
No entanto, a situação no Oriente Médio impacta os preços do petróleo, com tentativas dos Estados Unidos de frear a valorização da commodity, enfraquecendo as sanções ao petróleo russo.
Lideranças europeias expressam preocupação com as decisões, temendo fortalecer o esforço de guerra de Vladimir Putin contra a Ucrânia.
Emmanuel Macron e Friedrich Merz são alguns dos líderes que se manifestaram contra a flexibilização das sanções, buscando manter a pressão sobre a Rússia.


















