A comissão judiciária da Câmara dos Estados Unidos, liderada pelo deputado republicano Jim Jordan, aliado do presidente Donald Trump, divulgou nesta quarta-feira (1º) o terceiro relatório sobre supostas restrições à liberdade de expressão no Brasil.
O documento aponta que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estaria comprometendo a soberania dos Estados Unidos ao tentar restringir a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos, o que poderia impactar as eleições brasileiras de 2026.
Segundo o relatório, as ações do STF durante a eleição presidencial de 2022 também geraram preocupações, especialmente relacionadas a ordens de remoção de conteúdos negativos sobre o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
O relatório destaca que as supostas ordens de censura de Moraes teriam como alvo opositores políticos, tanto dele quanto de Lula, no Brasil e no exterior, às vésperas das eleições presidenciais.
Além disso, o documento menciona ações judiciais contra Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é acusado de atuar nos EUA em defesa de sanções contra autoridades brasileiras, incluindo o ministro Alexandre de Moraes.
O relatório aponta que um possível 'regime de censura' no Brasil poderia impactar empresas americanas, obrigando-as a escolher entre cumprir decisões judiciais brasileiras ou encerrar suas operações no país.
Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo reagiram ao relatório, criticando Moraes e expressando preocupações com as eleições de 2026.




















