O último relatório mensal da dívida pública dos Estados Unidos, divulgado em 28 de fevereiro, atestava para um débito do governo americano no valor de US$ 38,7 trilhões, com projeção de superar os US$ 39 trilhões ainda em março.
A preocupação com o fiscal não é tema exclusivo do Brasil e o mercado teme que a maior economia do planeta, responsável pela moeda mais utilizada globalmente, sofra também com as contas públicas no vermelho.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) já fez um pedido aos EUA para reduzir o crescente déficit fiscal, considerado excessivo pelo Fundo.
A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, disse que a dívida pública americana permanecerá entre 7% e 8% do PIB nos próximos anos, e que a dívida pública consolidada deve atingir 140% do PIB até 2031.
Bernardo Pascowitch, CEO da Yubb, alerta que uma crise fiscal dos EUA pode gerar uma perda de valor dos Treasuries, títulos públicos americanos, afetando a economia global.
Investimentos em dólar estão sendo questionados, com observações de especialistas sobre a desconfiança nos títulos americanos e movimentações de países como China e Japão para diversificar seus investimentos.
Thiago Godoy, CEO da Papai Financeiro Desenvolvimento Profissional, destaca o impacto global de um problema na economia dos EUA, recomendando a diversificação dos investimentos em tempos de instabilidade econômica.




















