Estudo alemão mostra que tecido cerebral de ratos manteve funções após congelamento extremo.
Pesquisadores da Universidade Friedrich-Alexander de Erlangen-Nuremberg e do Hospital de Erlangen reacendem debate sobre preservação neural para uso médico futuro.
O tecido congelado pôde recuperar sinais elétricos após descongelamento, trazendo esperança para possíveis aplicações em humanos.
A descoberta levanta questões éticas e práticas sobre o uso dessa tecnologia em seres humanos.
O estudo é um marco na ciência e pode representar um avanço significativo para a medicina.




















